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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Poeminha do vento ...

Canta vento bem mansinho
para meu amor dormir
canta baixo e não tristonho
para que ele possa sentir!

Essa canção eu compus
para tu  vires cantar
e fazer dormir quem amo
e pra sempre vou amar!

Vento então cantes suave
essa canção poesia
que compus em tarde alegre
em tua doce companhia!

Vento leve e brejeiro
és igual ao meu amor
duras um tempo inteirinho
depois o  leva e deixa a dor!

Sopra longe ,muito longe
vento em sua ventania
um amor não dura muito
vai-se depois de um dia!

Vento moleque , arteiro
enganas em teu sussurrar
so amas o tempo bastante
que tens para ventilar!

 Ventes as dores também
pois delas é  o que  restou
depois que se foi  pra longe
o amor que o vento levou!


Fatinha , só Fatinha...

sábado, 11 de fevereiro de 2012


Poema , apenas poema!

Sou poema sem norte
sem corte,
sou poema de amor!
Sou vento que sopra
que corta a estrofe
que rima com dor!
Nas rimas versadas
por onde perpasso
escrevo e declaro
meu sonho ou prazer
distraio-me e esqueço
do meu endereço
até rasgo o preço
do que vou dizer!
Poema não existe
com preço
ou demora
também não tem horas
em sua paixão!
Escreve e encanta
embala e espanta
as vezes maltrata
pois ata e desata
ou traz solidão.
Quisera escrever
um puro poema,
apenas poema,
sem ter ilusão!

Fatinha, só Fatinha...

Sintonia...
Ah, menino bonito
que brinca de sonhos comigo,
fascínio e encanto...
mistério de amar
me abraça e me faz delirar!
Canta comigo , canções delirantes
em notas e tons ressonantes
apenas criados
em nosso querer!
Teu gosto ,pecado
teu beijo molhado
tuas  mãos , meu gemer!
Me gostas assim
pequena e inocente
criando magias
pra nosso prazer!
Quero então um tempo
sem horas
 sem data ,de acontecer
e que ele seja eterno
enquanto houver magia
ou então poesia
em nosso entardecer!

Fatinha ,so Fatinha...

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Tristeza

Tenho uma tristeza tão grande
dentro do meu peito
e não sei o que fazer para digerir!
Tem dias, que a vejo
como um retrato, sem trato
sem norte , sem porte!
Horas tardias, ela me perturba
pois se aninha em meu peito
em meu leito
de um jeito
meio torto,
meio morto...
e se canaliza em minha alma
que a degusta
com gosto de café dormido
esquecido sobre o fogão
aquele, que tem gosto de solidão...
Ah,tristeza, arrume a mala
e fuja da ausência do meu querer
do meu sofrer...
Pois , se ficas, faz-me refém
da tua presença
que é quase uma sentença
de tornar-me  fantasma eterno
de tua companhia
que deixa-me assim
 nessa sinestesia
e faz-te ser eterna nas horas
pálidas de meu querer-te
no eterno arrastar correntes
e eu com certeza, ficarei aquém
de não libertar-me
e pra sempre querer-te bem!

fatinha, so fatinha..