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quarta-feira, 26 de março de 2014



Saudade!

 Na garganta seca
ressoa o canto da noite
escuro véu que se descortina
olhos tristes de menina.
Melancólicos olhos
na perdida esperança 
vivas  lembranças!
Cadeira quieta
sussurro dormente
jornal sobre folhas
um vento inocente
teima , rodopia 
canta e recanta canções 
sem idade ...
Criam espectros
que em vão repetem
versos perdidos
rançosos
molhados de um choro pálido
de um medo esquálido 
um gosto de febre
grudado na pele 
saudade!

Fatinha, só Fatinha



                               




quarta-feira, 12 de março de 2014




Meu chão de versos

Chegue assim de mansinho
Com leveza de passarinho
Mas cuidado,
Meu chão tem versos,
Rimas quebradas
Por que ,
Não sei se  sabes
Sou assim ,atrapalhada!
Na agonia
de escrever
buscando o alvo
ou até o norte
que no caso
é teu coração
Isso é ilusão?
Tão longe,
Tão distante,
Como nunca está perto,
Será que acerto?
És meu eco nesse instante!
Por isso forro
meu chão com versos
onde confesso
que amo assim
que espero  enfim
numa tarde azul,
ler os meus versos

feitos pra ti!

Fatinha, só Fatinha..