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quinta-feira, 24 de abril de 2014




Bem me quer, Mal me quer?

Desfolhei um bem me quer
tanta coisa eu queria
mal me quer
bem me quer
minha sorte,
meu amor,
onde estaria?
E a  despetalo dia a dia
Paixão da manhã
sorriso de hortelã
E agora?
Eu plantei em terras vãs?
Ah, essa florzinha
pequena florzinha
não me  responde
se esconde ...
E nesse meio termo
me entrego
e não recebo
Jogo injusto,
Onde sempre
 aposto tudo!
E fico mudo
com as respostas 
que não vem
de ninguém...
E fico a toa 
dedo em riste, 
por que o mal me quer
existe,
numa flor
que nem é triste?!
Bem me quer
singela flor
tenho então
que te plantar?!
Se não te encontro
me perco
e vou me despetalar!

Fatinha, só Fatinha...

                         








´Poema para dormir!

Vem e sussurra em meu ouvido
o doce segredo...
Já desfolhei-me dos medos
e hoje brinco
com os versos 
de velhas histórias,  memórias!
O vento então se curva
serpenteia,
dita e desdita
em minha noite! 
Palmilha meu corpo... 
Mas meu travesseiro
 ah, esse companheiro,
abraça-me 
e com caprichos de um  amante
me prende em si
por infinitos instantes
em sonhos errantes!
Noite ou dia?
Não importa ,
o que vale é a poesia!


Boa noite!

Fatinha,só Fatinha...
                                                       




Paixão.

E não é mais que um vocábulo
escrito ao revés da solidão...
Suspiros ...
Cai e planta-se
na terra santa
do meu ser...coração!
Vira poema
as vezes sem poesia
fantasia,
longe de um sarau
ah vendaval que me invade
fantasia...
e chora , ao despertar
para um novo dia,
agonia!

Fatinha, só Fatinha...
                              

quarta-feira, 2 de abril de 2014



Apenas Poeta!

Sua intelectualidade
não contém minha poesia...
Se não me entendes, bobagem
te entregas a fantasia!
Dispenses
a eloquência
a decência
a métrica
a logística
a inocência,
a consciência...
Atenha-se a loucura
do poeta,
do cantor
do profeta
do ator...
Eles ditam palavras
sem ordem existir
escrevem ao léu 
sem nada exigir...
mas falam
de saudade
de paixão
de amor
de tesão
Rimam, ou não
descem escadas
sem precisar de corrimão...
Por que o que interessa
é a liberdade
é a descoberta
a fecundidade
a oportunidade
de saber parir
de nunca parar
de poder  partir 
sem querer chegar
de deitar , dormir
esquecer de tudo
ou reinventar
e no absurdo 
desse nada ou tudo
se redesenhar!

Fatinha, só Fatinha 
                                         
                                  

Apenas Poeta