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segunda-feira, 24 de abril de 2017

Minha alma

Na calma de Minha alma 
Calada, me aquieto
Sou só um soluço
da alma, confesso!
Num breve instante 
escrevo uns  versos 
repletos de anúncios vazios.
Sussurros dormentes,
pecados indolentes...
Pobres ilusões tardias.
resquícios  de uma alma vazia!
Pés cansados,
Mãos contritas...
que sequer  me acenam 
com uma parca  utopia.
que agonia!
Por isso, soluço entalada.
Tentando encontrar uma estrada...
Na calma de  Minha alma, poesia!

Fatinha, só Fatinha

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