Ciranda da Vida... Nesse vendaval meio louco estaciono , quase sempre em meio aos meus sonhos. Busco-os cotidianamente na hora em que o café , está à mão. E isso faço,sem sofreguidão... Mesmo que a todo momento eu lembre que faltou o pão. Corre um boato que a vida em grandes goles contamina desanima desatina... Bem, nem sei se isso é fato. Mas, o meu retrato que na parede do quarto está a desbotar. Me deixa preso me deixa penso a ensimesmar... Então observo a ciranda da vida louca e corrida a surgir e não parar. E a minha saída, É nessa ciranda entrar e valsar... Fatinha, só Fatinha...
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