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sábado, 27 de novembro de 2010

Morte ...

Não sei quando me chega a morte...
mas sinto-a em seu caminhar !
A noite ela vem mansinha, encontro-a em meu despertar!
Nas bocas que rangem de fome,
gargantas , gritos guturais,
rompantes me gelam a alma,
a morte até que satisfaz!
Nas mãos que a morte procuram,
nas bocas amargo sabor,
nas nuvens e em negra fumaça,
que mansa , leva o que restou!
Ah morte, por que és tão humana?
Tu feres e ama sem saber,
que quando incauta toca um corpo
alguma coisa quer dizer!
Me leve então no esquecimento
da ausência triste que ficou...
me cubra então com o teu manto
me feche os olhos para o amor!
Assim, atemporal serei,
e morta estarei feliz..
ao recordarte escreverei
os versos que pra ti eu fiz!!!

fatinha, só fatinha...

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