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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Pétala de rosa




Minha alma é que nem pétala de rosa, suave
não suporta as agruras de uma noite sem estrelas!
Por isso escrevo histórias de mocinhos ,
de duendes e fadas azuis e espero!
A esperança é um ato solitario,
navega em águas tortuosas, atravessa gargantas
e se fortalece na caminhada do ser" eu"!
Quando a poesia chega , já vem com "destino destinado"
é uma porta ao sonho,as vezes porém
parte-se no forno em que está sendo preparada,
pobre menina orfã, cheia de sonhos a entregar.
Minha alma, pétala de rosa , assim se encolhe
enruguece , chora triste ,a tristeza da poesia partida
e vacila diante do medo que tem em ser devorada pela vida,
monstro marrom que nos persegue
dias sem fim, sem horas , sem tempo
que faz-nos respirar, caminhar e mesmo titubeando
viver a espera solitária da esperança,moça fugidia.
Que nem sempre nos alcança, e deixa-nos a imaginar
como seria ser uma rosa , com pétalas macias!



fatinha, so fatinha...

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